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Obesidade no aspecto educacional

Diversos estudos enfatizam a necessidade de intervenções voltadas para a educação em nutrição no tratamento da obesidade, especialmente no tocante a crianças e adolescentes. Entretanto, essas intervenções em crianças e adolescentes encontram condições biopsicossociais complexas. Exigem um trabalho com abordagens amplas que considerem os determinantes culturais e sociais do problema. Além do ambiente microssocial, representado pela família, responsável pela introdução da relação da criança com os alimentos, existe a influência macrossocial, representada por todas as demais relações sociais que extrapolam o núcleo familiar. E essa questão macrossocial exerce grande influência em todos os aspectos da vida do indivíduo. É preciso considerar que a sociedade de consumo constitui uma sociedade obesogênica, na medida em que estimula o consumo alimentar.

Portanto, podemos considerar uma reação em cadeia: a consciência coletiva familiar (ou falta de consciência) atuando na criança, e a consciência (?) coletiva social atuando (e, também, já tendo atuado, previamente, desde a infância) nos componentes do núcleo familiar. Some-se a isso um “bombardeamento”, constante e, minuciosamente, planejado dos meios de comunicação e entretenimento – custeados por interesses privados – sugerindo o consumo de alimentos e bebidas insalubres e altamente calóricos.

Outro componente nesse trágico contexto consiste na omissão das escolas na educação alimentar. As escolas incluem em seus currículos muitos ensinamentos dos quais os alunos pouco ou nunca farão uso. Entretanto, o ato de alimentar-se, a ser utilizado por toda a vida, de três a seis vezes ao dia, é completamente ignorado.

A esse respeito, poderíamos questionar a relação da omissão das escolas com a omissão dos poderes públicos e dos seus departamentos que regulamentam os currículos educacionais. Mas, devemos lembrar, também, a estreita relação existente entre os componentes desses poderes públicos e os interesses privados, que têm por objetivo precípuo conservar seus lucros e seus clientes.

A educação nutricional pode desenvolver no indivíduo a capa-cidade de compreender práticas e comportamentos que propiciem melhores condições para tomadas de decisões e resoluções de problemas alimentares. Pode promover a busca ativa do educando, de modo que lhe permita entender os mecanismos de sugestão coletiva, de forma que a pessoa passe a buscar melhores condições de vida, autonomia, emancipação e defesa da existência digna. Essa intervenção educacional deve ser voltada para a formação de valores, consciência crítica e responsabilidade, tendo como objetivos primordiais o bem conjugado, tanto do indivíduo como da sociedade, considerada na sua totalidade.

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2018. Clínica da Obesidade. Todos os direitos reservados.

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