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A compreensão do sentido da alimentação, nutrição e qualidade dos alimentos

Obviamente, ingerir alimentos, nem sempre consiste em nutrir-se. O ser humano, entretanto, necessita basicamente de nutrição e, à medida que vai evoluindo nos seus conhecimentos e sentido de vida, tende muito mais a desenvolver o ato de nutrição do que o de simples ingestão de alimentos e saciedade da fome.

Com esses objetivos superiores, as pessoas devem aprender a fazer uma autoanálise, examinando as condições da própria alimentação. Devem ver se estão pensando basicamente na nutrição. Mesmo que este seja o principal objetivo, devem verificar o que está sendo mais significativo, se a quantidade ou a qualidade dos alimentos, observando, também, os resultados produzidos por aqueles no organismo.

Há pessoas que alegam comer de tudo e nada lhes fazer mal. Para elas, a falta de maleabilidade do organismo indica um estado de saúde. Na realidade, porém, a ausência de sintomas deve-se, muitas vezes, à total incapacidade de reação orgânica. Saúde, portanto, não significa ausência de sintomas psicofísicos. Um quadro sintomático representa atitude de defesa do organismo. Por outro lado, a ausência de sintomas pode significar, ao mesmo tempo, ausência de saúde. Um estado de saúde autêntico constitui estado de defesa autêntica. Tantas vezes o organismo seja atingido, tantas vezes deverá reagir, deverá desintoxicar-se, mesmo que isso signifique adoecer.

É inegável, também, a relação íntima que existe entre alimentação, temperamento e comportamento, ou seja, o efeito psicológico do alimento no ser humano. O homem, ao alimentar-se indevidamente, sofre a indução de atitudes comportamentais indesejáveis. Torna-se obvio, portanto, a grande necessidade de se avaliar esses efeitos no comportamento humano.

Na proporção que o indivíduo ainda for mais instintivo, tanto mais irá requisitar, como será requisitado, a deliciar-se das sensações proporcionadas pela ingestão de alimentos indevidos, bebidas alcoólicas e outros vícios. Estes serão destinados a sensibilizar e estimular seu lado instintivo ainda no comando, originário do animal superior, que continua sendo também, mas que não é unicamente (pois, o homem possui, simultaneamente, o lado hominal e consciencial, ainda latente ou em desenvolvimento). Em virtude do embrutecimento do paladar, a sensação de gosto vai tornando-se cada vez mais fraca, levando o indivíduo ao uso de alimentos com sabores fortes.

Considerando-se esse fato, as pessoas deverão ter consciência de algo que é fundamental: devem mudar seus hábitos alimentares independentemente de sentir ou não, inicialmente, os sabores de forma acentuada. À medida que o organismo for se recuperando, o paladar vai sendo reativado e as pessoas passam, então, a sentir o gosto dos alimentos mais suaves. A sensibilidade do organismo vai evoluindo ao ponto de não sentir mais necessidade de alimentos muito sofisticados e agressivos para sensibilizar o paladar.

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